A personagem principal da história recontada por António Mota, "A Galinha Medrosa", é de facto muito medricas e também precipitada. Quando estava sentada junto ao muro de uma casa velha, caíram pedaços de cal dessa parede. A tonta da galinha correu, cheia de medo, avisar os outros animais que o céu estava a cair... Enfim gerou uma grande confusão! Acabaram todos os animais debaixo da cama de uma velha.
Mas nós, alunos do 3º e 4º ano de Troxaínho, com alguma imaginação e sem medo, inventamos outros finais para a história, mesmo ainda antes de ler o final da história de António Mota.
Publicamos uns versitos com alguma ironia e imaginação, assim um pouco ao jeito da escrita de António Mota.
A galinha medrosa
Saiu a perder
Saiu sem razão
E sempre a temer
Porque é que a galinha
Não disse a verdade?
Se fosse inteligente
Encarava a realidade.
A raposa era a mais matreira
O gato logo a seguir,
Mas a galinha
Nem pensava fugir!
O cão, melhor amigo do Homem
Bem, decerto!
Senão não era assim tão esperto.
Foi o único a alertar
Que era melhor ir ver:
Se era verdade
A galinha medrosa
Não serve para nada.
Ela só serviria
Para sinaleiro de estrada!
A galinha começou a cacarejar
Não sabendo ela o que lhe iria esperar…
Turma 3/4 R Troxaínho












