Ontem fomos ver a casa abandonada, porque à muito tempo vimos cães abandonados, o preto tinha carraças e os outros não (Ana Luísa), então resolvemos ir procurar o dono dos cães, para lhe pedir para dar de comer e beber aos cães (Ana Luísa).
Então organizamo-nos em grupos (Yanick) de 4+4+4+3+3.
Uma equipa de três eram os corajosos que era a equipa do Renato que tinha de procurar o Humano e falar com ele para dar de comer e beber aos cães (Ana Luísa) e tirar as carraças aos cães.
Depois convidamos a sala amarela e eles foram connosco e ficaram divididos por grupos e juntaram-se a nós (Ana Luísa).
Quando chegamos á casa abandonada, descobrimos que:
-Afinal o grupo do Marcos não encontrou tigres porque só existem na selva e no jardim zoológico, disse o Marcos.
-O grupo da Ana Luísa não encontrou leões, porque só na selva, diz a Ana Luísa.
- O grupo do Zé Miguel não encontrou cobras porque só existem no monte e lá era uma casa velha, não existia nenhum animal, só cães, diz o Zé.
- O grupo da Leonor procurou sapos, mas não encontraram porque não havia um lago, só havia um tanque e não tinha sapos, disse a Leonor.
- O grupo do Yanick não encontrou leopardos porque só há leopardos na selva, disse o Yanick: era só uma casa abandonada.
- O grupo dos corajosos que ia encontrar os ossos do humano que tinha sido mordido pelo lobo, ou cobras,(dizia o Marcos). Afinal só encontraram um sapato e uma camisa, dizia o Renato, e a casa abandonada, dizia a Ana Luísa, e a porta da casa de banho que estava aberta, dizia o Diogo Francisco. Então o grupo dos corajosos ficaram com medo e a chorar... fugiram!..., dizia a Ana Luisa.
O Zé e o Renato abraçaram-se com medo porque alguém fechou a porta, disse o Zé e o Renato.
Como não havia ninguém naquela casa não podemos falar com as pessoas (Ana Luisa) então encontramos um cão preso a uma casota e demos-lhe água fresquinha (Marcos) não demos comida porque não encontramos (Ana Luisa).
O Renato não viu nada porque ficou cheio de medo!...
A Ana Luisa disse que viu por um buraquinho da porta da casa abadonada uma cabeça de um humano mas a boca estava fechada, porque se estivesse aberta ela também tinha medo, como o Renato
Afinal nós fomos solidários com o cão porque lhe demos de beber, diz a Ana Luísa, e foi o André Rafael que lhe levou a água (Diogo Francisco).
A casa estava diferente porque a parte esquerda estava partida (Renato).
O Igor descobriu que uma parte da casa estava velha, e a outra estava nova, disse o Zé, por isso não estava abandonada.
O Diogo Francisco viu uma mesa enorme e as tábuas da mesa estavam dentro de uma gaiola enorme (espigueiro).
Foi uma tarde bastante divertida.
Sugestão do Renato para a próxima saída:
- Na próxima saída, temos de fazer um mapa para seguirmos, quando fizermos outro passeio, disse o Renato.

