No dia 17 de Dezembro encerramos o 1º período lectivo com a festa alusiva ao Natal.
Divulgamos algumas imagens do espectáculo muito divertido!
Boas Festas para toda a comunidade do nosso Agrupamento de Escolas.
Espaço destinado ao Registo de Actividades e Aprendizagens dos Alunos do Agrupamento.
terça-feira, dezembro 28
terça-feira, dezembro 21
UAEM Estrada - Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
A UAEM da Estrada dinamizou no passado dia 3 de Dezembro, Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, um teatro de sombras da história “ O Patinho Feio”.
A apresentação foi dirigida à comunidade educativa da escola que assistiu com interesse. No final, o momento foi dedicado à troca de ideias e ao relato de testemunhos reais.
A actividade foi muito positiva e os alunos mostraram-se muito sensibilizados!
E porque não somos egoístas, ora vejam…
A apresentação foi dirigida à comunidade educativa da escola que assistiu com interesse. No final, o momento foi dedicado à troca de ideias e ao relato de testemunhos reais.
A actividade foi muito positiva e os alunos mostraram-se muito sensibilizados!
E porque não somos egoístas, ora vejam…
domingo, dezembro 19
Carta ao Pai Natal
EB/JI de Estrada, 13 de Dezembro de 2010
Querido Pai Natal
Somos 25 alunos do 4º ano, turma 4U, da escola da Estrada com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos.
Está a chegar o Natal! Os nossos corações despertam com alegria para viver, num verdadeiro Espírito de Natal, o nascimento do Menino Jesus.
Sem este acontecimento divino nós, crianças, não poderíamos celebrar esta quadra que tanto adoramos: presentes, iguarias, reunião da família, partilha, amor, … PAZ!!
Partilha com os mais necessitados, Amor para todos e Paz num mundo sem guerras, sem trabalho infantil, sem fome, sem pobreza, …de pessoas livres como andorinhas!
Nós, “andorinhas livres”, pedimos-te apenas força de vontade e entusiasmo pela aprendizagem.
Desejamos-te uma viagem repleta de magia e de sonhos de fantasia.
Carrega o teu saco, como nós carregamos esta carta de 26 beijinhos, bem fofinhos, com cheirinho a canela!
Alunos 4U
EB/JI de Estrada

terça-feira, dezembro 14
Feliz Natal para Todos
Jantar de Natal
Era Natal. Nessa noite o Pedro e a Marta ajudavam a mamã a preparar o jantar. Da cozinha vinha um cheirinho a canela e dizia o papá:
- É mesmo Natal!
O Pedro estava sempre a insistir:
- Papá, vamos fazer o cabaz de Natal!
O papá como já estava farto de o ouvir disse-lhe:
- Vamos lá então!
O Pedro ficou muito contente.
- O jantar está feito – diz a mamã.
Os meninos estavam ansiosos por fazer um boneco de neve e pediram ao pai:
- Papá, queres vir connosco lá para fora?
O papá aceitou.
De casacos, luvas e gorro os meninos e o papá meteram mãos à obra. Depois de muito tempo passado, a mamã chamou-os:
- Meninos, meninos já é muito tarde!
Os meninos foram para dentro. Ao entrarem na porta, à sua frente, estava o Pai Natal, a pôr as prendas na árvore.Correram logo para lhe dar um abraço! O Pai Natal perguntou-lhes:
- Durante o ano portaram-se bem?
-Sim, sim! - responderam os meninos.
O Pai Natal resolveu dar-lhes mais uma prenda, como não era costume, por isso, ficaram felizes.
Diana Beatriz, turma 4U
Escola EB/JI de Estrada
segunda-feira, dezembro 13
quinta-feira, dezembro 9
Mais contos de Natal...
A nevar e o Pai Natal a chegar
Já era Dezembro… O frio espreitava, a chuva caía, … Era a altura mais desejada da Beatriz e da Matilde.
Beatriz e Matilde eram irmãs. Beatriz tinha nove anos e Matilde quatro.
Numa noite fria estavam todos os familiares delas reunidos em casa.
As duas crianças puseram-se a olhar para a janela. Afinal de contas, queriam conhecer o Pai Natal! Mas os seus momentos foram interrompidos pela mãe que as chamava:
- Beatriz, Matilde, venham jantar!
Lá foram. Era sempre a mesma coisa, todos os anos. Pois enquanto pensavam, a mãe interrompia sempre, sempre, para lá o que fosse …
Depois de jantar foram as duas com o tio Pom Pum passear. Foram a uma loja de brinquedos e, de repente, começou a nevar:
- Uau, uau!!! – exclamou Matilde.
- Sim podes crer!! – continuou Beatriz.
Era a primeira vez que nevava na terra dos Bem-Me-Queres!! Elas nem queriam acreditar. Era totalmente fantástico!!! Iam começar mesmo a brincar, mas pararam:
- Tim, Tim, Tim!!! Olá, Beatriz, olá Matilde!!!
- É o Pai Natal!! – disseram em coro.
- Sim, sou eu!! – disse ele.
Elas nem queriam acreditar no que estavam a ver. Era extremamente espantoso!!
- Podemos tirar uma fotografia consigo? – interrogava Beatriz.
- É claro!!
Matilde estava com um pouco de medo mas a sua irmã lá a convenceu. Tiraram as fotografias e o Pai Natal pediu-lhes uma coisa:
- Beatriz e Matilde, têm que me ajudar!
- Mas qual é a preocupação?
- A minha rena especial desapareceu!!
Procuraram-na e encontraram-na cheia de frio.
Protegeram-na e o Pai Natal lá seguiu caminho.
As duas irmãs ficaram muito contentes por terem visto o Pai Natal e, ao mesmo tempo, o ajudarem!!!
Beatriz Carvalho Teixeira, turma 4U
EB/JI de Estrada
quarta-feira, dezembro 8
Contos de Natal
Os bolos de canela e o Pai Natal
Era uma noite fria de Dezembro. Duas crianças chamadas Guilherme e Diana ajudavam sua mãe a fazer um bolinho para a família. Guilherme era um menino muito traquina e gostava de ser perfeito. Já a Diana não, gostava de ser brincalhona.
Diana e Guilherme faziam bolos para os seus familiares comerem. Guilherme dizia:
- Diana, acho que a mãe não gosta de muita canela.
- Acho que tens razão.
- Já cheira a canela, Diana.
- Pronto, já não meto mais canela.
Pai Natal, com as suas prendinhas no trenó, estava a cheirar a canela dos bolinhos. Estava pronto para aterrar com as suas renas.
-Vamos aterrar renas. – disse o Pai Natal.
Aterrou na neve tão macia onde gostava de aterrar.
Seguiu o cheirinho a canela… Encontrou numa linda casinha onde o Guilherme e a Diana estavam a cozinhar.
Bateu à porta e os meninos disseram:
- Quem é?
- Eu sou o Pai Natal HO… HO…HO…
- É o Pai Natal, que fixe! – disse o Guilherme.
-Será que é um dos nossos convidados?
- Não sei. Se calhar a mãe convidou-o.
-Vamos abrir a porta, Guilherme?
-Vamos se não o Pai Natal não nos dá uma prenda.
Abriram a porta e o Pai Natal perguntou:
- Vocês estão a fazer bolos de canela?
-Sim, quer provar?
-Claro que sim.
Pai Natal provou…
-Mmmm… Estão muito bons! Quero mais.
Pai Natal ficou contente por os meninos lhe terem dado bolo, ficou mesmo tão contente que lhes deu uma grande prenda e agradeceu.
Catarina, turma 4U
EB/JI de Estrada
Rute e Rúben
Numa noite de Dezembro, em casa da tia Mimi estavam a Rute e o Rúben a brincar. A Rute ia para a cozinha da tia Mimi cheirar os bolos a canela e o Rúben andava pela casa a cantar, a ver a família com o coração e a alma no ar, …
A Rute era uma menina normal, gostava de tudo, até fazia ginástica. O Rúben era gooordo! Estava sempre a comer doces. No Natal ele só pedia doces; coitado do Pai Natal ao carregar aquilo tudo!
De repente, aconteceu uma coisa fantástica. O Pai Natal apareceu com os doces e as máquinas de ginástica na sala. Desceu a chaminé, passou pelas aranhas, bichos e chegou à sala. Fez um barulho enorme e os meninos foram a correr. Ao mesmo tempo espetaram-se contra uma pessoa que era gorda, alta, de barbas brancas e compridas e também que se vestia de vermelho.
Sabem quem era?
Muito bem, era o Pai Natal.
- HO! HO! HO! – disse Pai Natal alegre ao colocar os presentes na árvore.
Por fim foram-se deitar num sono profundo.
Quando acordaram, andaram todo o dia a brincar, correr, saltar à espera de duas coisas: da estrela cadente e da lua. Quando apareceram as duas, era hora de abrir as prendas.
Assim foi: máquinas para a Rute, os doces para o Rúben (apesar de fazerem mal!) e para o Pai Natal… a alegria das crianças.
Beatriz Moita, turma 4U
EB/JI de Estrada
Era uma noite fria de Dezembro. Duas crianças chamadas Guilherme e Diana ajudavam sua mãe a fazer um bolinho para a família. Guilherme era um menino muito traquina e gostava de ser perfeito. Já a Diana não, gostava de ser brincalhona.
Diana e Guilherme faziam bolos para os seus familiares comerem. Guilherme dizia:
- Diana, acho que a mãe não gosta de muita canela.
- Acho que tens razão.
- Já cheira a canela, Diana.
- Pronto, já não meto mais canela.
Pai Natal, com as suas prendinhas no trenó, estava a cheirar a canela dos bolinhos. Estava pronto para aterrar com as suas renas.
-Vamos aterrar renas. – disse o Pai Natal.
Aterrou na neve tão macia onde gostava de aterrar.
Seguiu o cheirinho a canela… Encontrou numa linda casinha onde o Guilherme e a Diana estavam a cozinhar.
Bateu à porta e os meninos disseram:
- Quem é?
- Eu sou o Pai Natal HO… HO…HO…
- É o Pai Natal, que fixe! – disse o Guilherme.
-Será que é um dos nossos convidados?
- Não sei. Se calhar a mãe convidou-o.
-Vamos abrir a porta, Guilherme?
-Vamos se não o Pai Natal não nos dá uma prenda.
Abriram a porta e o Pai Natal perguntou:
- Vocês estão a fazer bolos de canela?
-Sim, quer provar?
-Claro que sim.
Pai Natal provou…
-Mmmm… Estão muito bons! Quero mais.
Pai Natal ficou contente por os meninos lhe terem dado bolo, ficou mesmo tão contente que lhes deu uma grande prenda e agradeceu.
Catarina, turma 4U
EB/JI de Estrada
Rute e Rúben
Numa noite de Dezembro, em casa da tia Mimi estavam a Rute e o Rúben a brincar. A Rute ia para a cozinha da tia Mimi cheirar os bolos a canela e o Rúben andava pela casa a cantar, a ver a família com o coração e a alma no ar, …
A Rute era uma menina normal, gostava de tudo, até fazia ginástica. O Rúben era gooordo! Estava sempre a comer doces. No Natal ele só pedia doces; coitado do Pai Natal ao carregar aquilo tudo!
De repente, aconteceu uma coisa fantástica. O Pai Natal apareceu com os doces e as máquinas de ginástica na sala. Desceu a chaminé, passou pelas aranhas, bichos e chegou à sala. Fez um barulho enorme e os meninos foram a correr. Ao mesmo tempo espetaram-se contra uma pessoa que era gorda, alta, de barbas brancas e compridas e também que se vestia de vermelho.
Sabem quem era?
Muito bem, era o Pai Natal.
- HO! HO! HO! – disse Pai Natal alegre ao colocar os presentes na árvore.
Por fim foram-se deitar num sono profundo.
Quando acordaram, andaram todo o dia a brincar, correr, saltar à espera de duas coisas: da estrela cadente e da lua. Quando apareceram as duas, era hora de abrir as prendas.
Assim foi: máquinas para a Rute, os doces para o Rúben (apesar de fazerem mal!) e para o Pai Natal… a alegria das crianças.
Beatriz Moita, turma 4U
EB/JI de Estrada
Amadeo visto pelas crianças...
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