quarta-feira, dezembro 8

Contos de Natal

Os bolos de canela e o Pai Natal


Era uma noite fria de Dezembro. Duas crianças chamadas Guilherme e Diana ajudavam sua mãe a fazer um bolinho para a família. Guilherme era um menino muito traquina e gostava de ser perfeito. Já a Diana não, gostava de ser brincalhona.
Diana e Guilherme faziam bolos para os seus familiares comerem. Guilherme dizia:
- Diana, acho que a mãe não gosta de muita canela.
- Acho que tens razão.
- Já cheira a canela, Diana.
- Pronto, já não meto mais canela.
Pai Natal, com as suas prendinhas no trenó, estava a cheirar a canela dos bolinhos. Estava pronto para aterrar com as suas renas.
-Vamos aterrar renas. – disse o Pai Natal.
Aterrou na neve tão macia onde gostava de aterrar.
Seguiu o cheirinho a canela… Encontrou numa linda casinha onde o Guilherme e a Diana estavam a cozinhar.
Bateu à porta e os meninos disseram:
- Quem é?
- Eu sou o Pai Natal HO… HO…HO…
- É o Pai Natal, que fixe! – disse o Guilherme.
-Será que é um dos nossos convidados?
- Não sei. Se calhar a mãe convidou-o.
-Vamos abrir a porta, Guilherme?
-Vamos se não o Pai Natal não nos dá uma prenda.
Abriram a porta e o Pai Natal perguntou:
- Vocês estão a fazer bolos de canela?
-Sim, quer provar?
-Claro que sim.
Pai Natal provou…
-Mmmm… Estão muito bons! Quero mais.
Pai Natal ficou contente por os meninos lhe terem dado bolo, ficou mesmo tão contente que lhes deu uma grande prenda e agradeceu.

Catarina, turma 4U
EB/JI de Estrada





Rute e Rúben


Numa noite de Dezembro, em casa da tia Mimi estavam a Rute e o Rúben a brincar. A Rute ia para a cozinha da tia Mimi cheirar os bolos a canela e o Rúben andava pela casa a cantar, a ver a família com o coração e a alma no ar, …
A Rute era uma menina normal, gostava de tudo, até fazia ginástica. O Rúben era gooordo! Estava sempre a comer doces. No Natal ele só pedia doces; coitado do Pai Natal ao carregar aquilo tudo!
De repente, aconteceu uma coisa fantástica. O Pai Natal apareceu com os doces e as máquinas de ginástica na sala. Desceu a chaminé, passou pelas aranhas, bichos e chegou à sala. Fez um barulho enorme e os meninos foram a correr. Ao mesmo tempo espetaram-se contra uma pessoa que era gorda, alta, de barbas brancas e compridas e também que se vestia de vermelho.
Sabem quem era?
Muito bem, era o Pai Natal.
- HO! HO! HO! – disse Pai Natal alegre ao colocar os presentes na árvore.
Por fim foram-se deitar num sono profundo.
Quando acordaram, andaram todo o dia a brincar, correr, saltar à espera de duas coisas: da estrela cadente e da lua. Quando apareceram as duas, era hora de abrir as prendas.
Assim foi: máquinas para a Rute, os doces para o Rúben (apesar de fazerem mal!) e para o Pai Natal… a alegria das crianças.


Beatriz Moita, turma 4U
EB/JI de Estrada